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Pandemia

Movimento no comércio piauiense cresce 30% com avanço da vacinação

Sindilojas acredita que consumidor terá ainda mais confiança para voltar às lojas quando a imunização atingir 50% da população

 
Consumidores passaram a se sentir mais seguros após avanço da vacinação (Foto: Piauí Negócios)

 Consumidores passaram a se sentir mais seguros após avanço da vacinação (Foto: Piauí Negócios)

 
 

O avanço da vacinação contra a covid-19 está impactando positivamente na recuperação do comércio piauiense. O Sindicato dos Lojistas do Piauí (Sindilojas/PI) estima que o movimento nas lojas aumentou em 30% de janeiro a agosto deste ano, e a expectativa é que melhore ainda mais nos próximos meses.

“Nesses últimos meses percebemos que a movimentação aumentou em cerca de 30% do que tínhamos no começo deste ano e isso se deve à vacinação. As pessoas estão mais confiantes e mais dispostas a ir às lojas”, afirma Tertulino Passos, presidente do Sindilojas.

Ele acrescenta que quando a vacinação contra a Covid-19 atingir 50% da população do estado, o movimento no comércio deve voltar ao “normal”, ou seja, será semelhante ao período pré-pandemia. “Estamos confiantes de que quando a vacinação chegar a 50% da população, as coisas irão melhorar rapidamente, porque hoje, apesar das lojas seguirem os protocolos de segurança para a prevenção do coronavírus, muitas pessoas ainda estão com receio”, analisa.

No entanto, a efetiva recuperação do comércio deve demorar mais. Segundo o Sindilojas, pelo menos dois ou três anos “Vai ser bem lenta porque os prejuízos foram realmente muito grandes e porque envolve muitos fatores, como o poder aquisitivo da população e investimentos públicos”, explica Tertulino. 

 


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De fato, nas primeiras cinco semanas após o fechamento das lojas, ainda no início da pandemia, entre março e abril de 2020, o comércio do Piauí perdeu quase R$ 1 bilhão, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). E o movimento caiu 71% no período.

O presidente do Sindilojas diz ainda que a greve dos ônibus, que ocorreu durante todo o primeiro semestre, ampliou o prejuízo dos lojistas. “O transporte é essencial para a atividade comercial. Se não fosse a greve, creio que estaríamos bem melhores. Nesse contexto de pandemia e greve do transporte público, vimos muitas lojas mudarem de endereço, reduzirem de tamanho ou fecharem as portas. É lamentável”, pondera.

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