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Empresária de Teresina dribla a crise ao trocar roupas por trufas

Bruna Castelo Branco começou a vender guloseimas depois que as vendas de roupas de sua loja caíram 50% com a pandemia

 
Bruna reformou sua loja de roupas graças ao faturamento com a venda de trufas pela internet (Foto: arquivo pessoal)

 Bruna reformou sua loja de roupas graças ao faturamento com a venda de trufas pela internet (Foto: arquivo pessoal)

 
 


De uma hora para outra, por conta da pandemia do coronavírus, a empreendedora Bruna Castelo Branco, de Teresina, se viu numa situação semelhante a milhões de empresários no Brasil. Precisou fechar a loja de roupas femininas em vários momentos desde março de 2020, em razão das restrições adotadas pelo Governo do Estado para conter o crescimento da Covid-19.


Diante da queda de 50% na demanda na sua loja, a Mahalo, precisou mudar de ramo para manter o sustento. Decidiu então investir em trufas de chocolate e abriu a loja virtual Trufas de Verdade, com atendimento delivery para a capital do Piauí.

 

A loja virtual Trufas de Verdade fez tanto sucesso que ajjudou a loja física de roupas de Bruna (Reprodução)

 


"Tem muita gente que tem o online muito fortalecido. Aqui era o contrário, o físico é melhor, mas com a pandemia, precisei fortalecer o online e foi difícil", disse, explicando que passou a vender as roupas pela internet, enquanto buscava por capacitação e cursos à distância para impulsionar o negócio online. "Mas as pessoas não estavam comprando roupa, não era o momento para aquilo ali, mesmo fazendo campanhas de frete grá tis, facilitação de trocas e outros recursos que eu utilizei", contou.


O caminho foi aprender outro ofício e, então, passou a fazer trufas em casa. "Pensei: vou vender alguma coisa de comida, porque isso as pessoas estão consumindo. Por mais que a situação esteja difícil e tudo mais que estamos vivendo, você consegue tirar um dinheiro para comer um doce", disse. E o negócio de trufas deu tão certo que Bruna já  pensa, um dia, em colocar um ponto fixo de vendas. "Por conta ainda dessa incerteza [com os rumos da pandemia] não vou montar uma doceria agora porque não é o momento de aumentar despesas com outro aluguel e funcionários", explicou.


Além dos negócios com as roupas e os doces, com as boas vendas de final de ano, Bruna reformou a sua loja, passou a vender acessórios esportivos e montou a Meus Acessórios, também com atendimento online e na loja física. "O importante é náo perder a esperança mesmo. Tem muita gente que quebrou, o comércio abalou demais. Mas a gente tem que estar preparado, o mundo do empreendedorismo é isso. Sempre vai ter alguém que goste e está  disposto a comprar o seu produto, então não precisa desistir ou ter vergonha de vender", disse.

 

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Fonte: Agência Brasil

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