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Sindilojas-PI: impacto do novo auxílio emergencial para o comércio será mínimo

Lojistas do Piauí avaliam que valor é muito pequeno e população está endividada

 
Auxílio deverá impactar muito pouco nas vendas do comércio (Foto: Piauí Negócios)

 Auxílio deverá impactar muito pouco nas vendas do comércio (Foto: Piauí Negócios)

 
 

Com orçamento de apenas 18% em relação ao investimento do programa na edição do ano passado, o auxílio emergencial de 2021, que começou a ser pago na semana passada, não empolga setores do comércio do Piauí. Diferente de 2020, quando o benefício aqueceu a economia, lojistas não esperam o mesmo efeito este ano.

 

Para Tertulino Passos, presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas/PI), a expectativa não é boa. "Na realidade, os efeitos do auxílio emergencial deste ano para o comércio são muito pequenos ou mesmo sem aumento de vendas, uma vez que além dos valores serem menores, a população está muito mais endividada que em 2020", pontua. 

 

No Piauí, se no ano passado foram destinados mais de R$ 5,6 bilhões ao estado, segundo dados do Governo Federal, neste ano, o valor deve ficar na casa dos R$ 800 milhões. Isso porque enquanto em 2020 foram pagas parcelas de até R$ 1.200, agora serão quatro etapas com valor médio de R$ 250,00. Mulheres chefes de família receberão R$ 375,00 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150,00. 

 

Além do valor do auxílio ser mais baixo, o número de pessoas beneficiadas também será menor. Enquanto no ano passado, 67,9 milhões de brasileiros foram beneficiados, sendo 1.287.159 no Piauí, a expectativa é que nesta versão de 2021 só 45,6 milhões de pessoas recebam, e 700 mil piauienses. Além disso, não há novos cadastros, os pagamentos são com base nas inscrições realizadas ano passado. 

 

A expectativa do comércio piauiense coincide com a previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que em estudo percebeu que o impacto do novo auxílio emergencial no comércio varejista deve ser oito vezes menor do que no ano passado.

 

Segundo a CNC, nova rodada do auxílio emergencial, R$ 12,75 bilhões devem ser injetados nos caixas do comércio varejista, enquanto, que, em 2020, o valor destinado ao consumo no varejo foi de R$ 103,8 bilhões.

 

 

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