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Piauí tem melhores números no varejo desde 2015, segundo o IGet

O dinheiro injetado com o auxílio emergencial favoreceu o bom desempenho econômico piauiense

 
Lucas Maynard, economista do Santander, ressalta que os piauienses não experimentavam há anos um varejo tão aquecido (Foto: Ascom)

 Lucas Maynard, economista do Santander, ressalta que os piauienses não experimentavam há anos um varejo tão aquecido (Foto: Ascom)

 
 

Mesmo em meio ao cenário econômico adverso do País, o Piauí fechou o ano de 2020 com números no varejo não observados desde 2015, segundo os dados o Índice Getnet de Vendas do Comércio Varejista Brasileiro (IGet). O IGet é medido pelas transações das máquinas da Getnet, empresa de tecnologia do grupo Santander, em 150 mil estabelecimentos comerciais do País.

 

O dinheiro injetado na economia, com maior volume nas regiões Nordeste e Norte, ajudou os piauienses a vivenciarem um período de consumo mais intenso. Fechou dezembro com um crescimento de 1,38% em relação a novembro. Mas o maior crescimento foi em junho comparado a maio, 18,9%. O Piauí ficou atrás apenas do Maranhão no topo da lista entre os estados nordestinos que mais registraram avanço no consumo, quando observados os números do setor do IGet no ano passado.

 

“Com o auxílio emergencial, os números do varejo de 2020 no Nordeste refletiram essa transferência direta de renda. Na medida em que foi uma das regiões que mais recebeu auxílio emergencial, os dados do varejo, para alguns estados, terminaram atingindo máximas históricas, recuperando-se integralmente dos impactos da crise, sentidos, especialmente, no mês de abril. O líder desta recuperação foi o Maranhão, com 20% do nosso marco pré-crise, entendido como fevereiro de 2020, seguido por Piauí (15,3%), Bahia e Pernambuco, ambos com 11%”, analisa Lucas Maynard, economista do Santander.

 

Maynard ainda enfatiza que os piauienses não experimentavam há anos um varejo tão aquecido. “Vimos que o estado está nos maiores níveis desde 2015, caracterizando uma forte recuperação, naquela que foi a queda de mais de 23% entre março e abril do ano passado”, destaca o economista.

 

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Fonte: Ascom IGet

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